Declaração Sobre Criação, Verdade, Arte e Pecado.

outubro 05, 2017

“Pedofilia artística” começa com a morte de Deus!

Um homem nu sendo tocado por outras pessoas, incluindo uma criança, dentro de um museu e sob a prerrogativa de arte… Uma cena grotesca como essa não surge do nada. Na verdade, muito já aconteceu para chegarmos até aqui. Há um grande arcabouço teórico e ideológico por trás de tamanha atrocidade.

Tudo começa no reconhecimento famoso de Nietzsche que “Deus está morto. Deus continua morto. E nós o matamos”. A morte de Deus não é simplesmente a morte de uma figura divina, mas de todo o padrão absoluto de verdade e de moral. Se morre um autor, morre a intenção e o padrão desse autor para sua obra. Sem a figura do Criador, os padrões eternos e absolutos da criação desaparecem. Nascemos com sexo definido? Qual é o padrão de ser homem e mulher? O que é moralmente certo e errado? Quais são os limites da arte? O que é ou não pedofilia e erotização infantil?

Sem Deus essas respostas estão nas mãos de qualquer um, principalmente daquelas ideologias que estão no topo das mídias, universidades e produções artísticas no Brasil. Os pensamentos ateus como o do existencialismo, feminismo moderno e teorias de gênero, todos reunidos debaixo de uma estrutura social marxista, estão respondendo essas perguntas por nós. E sem Deus, sem moral. Respostas imorais.

Uma das respostas sobre a expressão artística em questão no Museu de Arte Moderna em São paulo foi que as obras e interações da mostra visam a mostrar a “pluralidade de influências que ajudam a criar a identidade da arte no Brasil” (O Globo). Quando Deus é excluído, ficamos a mercê dessa “pluralidade de influências”, incluindo a imoralidade e pedofilia.

Como cristãos precisamos dizer não! Nossa sociedade ocidental foi erguida sobre valores eternos e absolutos de uma cosmovisão judaico-cristã. Para nós, Deus não está morto e por isso ainda existe e sempre existirá um padrão moral para tudo, inclusive para a arte. O pecado é real e identificável. Se a arte não tem limites então não há como identificar a própria arte. Como disseram “se tudo é arte, nada é arte”. Precisamos exercer nosso papel de coluna e baluarte da verdade em defesa de nossos valores morais cristãos. Por isso afirmamos que:

  1. Deus criou e deu um padrão fixo e absoluto para sua criação.
  2. Deus criou homem e mulher biologicamente e funcionalmente distintos
  3. Deus deu à família a primazia no cuidado da criação, incluindo seus filhos, como base da sociedade, antes mesmo do Estado e até da igreja.
  4. A arte pertence ao ser humano por ser imagem e semelhança de Deus, tendo assim a capacidade de criar aquilo que é belo e bom.
  5. Como dádiva de Deus aos homens, a arte segue o padrão moral divino, que tudo criou belo e bom para sua glória.
  6. Negamos e repudiamos qualquer pensamento ideológico que milite diretamente contra os valores judaico-cristãos estabelecidos na criação e no progresso da revelação bíblica.
  7. Afirmamos o evangelho como a obra de Deus e o poder de Deus para restaurar pessoas e sociedades a viverem de forma moral e ética para a glória de Deus!

Encerramos lembrando e afirmando que Cristãos e suas bíblias, seja nos púlpitos, casas, trabalho, universidades ou ruas, são a última e eterna parede de escudos na guerra moral e cultural. E não vamos retroceder. Continuaremos a proclamar o santo evangelho de Deus, orando para que nosso Senhor tragar avivamento sobre nossa nação. Deus só morreu na cabeça de alguns, mas continua vivo e voltará em breve para que toda a verdade absoluta brilhe sobre cada um de nós, dobrando todo joelho e fazendo toda língua confessar que ele é o Senhor de toda a terra.

Igreja Batista Filadélfia
01 de outubro de 2017

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